Conviva como se fosse com você!

O nosso humor não tem nada a ver com a vida do outro e, mesmo que o outro tenha alguma influência sobre, a responsabilidade de como vamos reagir é inteiramente nossa. Somos humanos. Isso é fato. Temos nossos temperamentos, nossas reações voluntárias e involuntárias. Porém, precisamos nos conhecer e entender os porquês de nossas reações para sabermos administrá-las melhor. Podemos julgar os outros por atitudes que consideramos “erradas”, quando estes falam rispidamente ou não nos tratam como gostaríamos de ser tratados. Mas , e se reagirmos da mesma forma, não estaríamos sendo igualmente “errados”? Estaríamos cometendo as mesmas atitudes, das quais não gostamos e alimentando esse sentimento,

Cristianismo Primitivo

Durante esses dois milênios de Cristianismo, assistimos muitas versões da mesma história, versões que foram alteradas conforme a necessidade humana de se manter como o ator principal dessa epopeia. Observamos ao longo do tempo, papas, reis, rainhas, príncipes, militares, pessoas influentes de suas épocas, todos com um único objetivo: tornar a sua verdade “a verdade”. Ao longo da história, e muito antes do Cristo planetário tocar esse solo, tivemos as mais diversas revelações e conhecimentos disponíveis acerca do que o homem deveria fazer para evoluir individualmente e coletivamente. Alguns repassaram essas ideias oralmente, outros as deixaram escritas nas areias do tempo, e outro ainda com s

O que realmente importa?

Algo que chama muito a atenção é a inversão sobre o que damos valor enquanto estamos aqui. Está certo que é mais difícil compreendermos o que nos acontece e várias outras coisas, quando estamos envolvidos com essa roupagem terrena, ainda densa e que nos limita a enxergar o que existe verdadeiramente e todo o significado por trás de tudo. Perdemos tempo com pequenas chateações, deixando de dar atenção ao que/quem realmente deveria nos importar; Demoramos a perdoar uma mágoa, porque não vemos o quão importante esse minuto a mais poderia ter nos aliviado o coração e também o do outro; Nos preocupamos com o que os outros irão pensar de determinadas escolhas que venhamos a fazer, sendo que lá na

Quem paga a conta?

Não devemos comercializar o Espiritismo, porém, alguém precisa "pagar" as despesas de tudo o que é divulgado e desenvolvido. Se “fazer o bem” fosse tão patrocinado como tantas outras coisas são nesse mundo, ficaria mais fácil realizar eventos, doar livros, enfim... tantas coisas benéficas para o aprimoramento do ser. Sabemos que atualmente o mercado editorial Espírita e até mesmo de eventos Espíritas, tem se tornando mercantilista e por sinal muito mais capitalista do que qualquer outro, sabemos também que uma parte de autores e instituições acabam fazendo disso seu “trabalho”, mas não podemos generalizar. Temos alguns exemplos que nos trazem muitas alegrias, podemos citar Chico Xavier com m

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