Meus bons amigos, onde estão...

... notícias de todos quero saber”.

Nesta época em que estar conectado nos faculta ter um grande número de amigos virtuais, também nos faculta o esquecimento que temos que ter afinidade e sintonia com os amigos reais.

Numa infinidade de vezes nos pegamos grudados a um celular, tablet ou computador, em conversas animadas muitas vezes, em outras com as frivolidades do nosso pensamento, mas poucas produtivas, com aquele sentimento de bem querer necessário para cultivar uma bela amizade.

Esquecemos como a afinidade e a sintonia, entre os seres de nosso convívio são importantes para o nosso crescimento moral e espiritual. Assim como nossa conexão com os irmãos invisíveis também acontece de forma automática, conforme as tendências que temos ou estamos demostrando em determinado momento que estamos vivendo.

Nesse ponto atraímos ao nosso convívio aqueles espíritos que se assemelham mais com nossa maneira de pensar e agir. Criamos laços fluídicos, muitas vezes fortíssimos, que perduram por mais algumas encarnações. Relações essas que podem ser benéficas se as intenções forem boas, ou não tão boas se as intenções forem deturpadas. Encaramos na maioria dos casos como uma sentença atrair determinados espíritos que nos perturbam, esquecemos que somos donos de nossa vontade e a escolha de estarmos com eles é nossa.

Assim acontece no plano físico, nos relacionamos com pessoas que no primeiro momento podem parecer boas, mas que no convívio se mostram diferentes. Muitas vezes não percebemos que isso acontece e a simbiose energética que entramos nos torna, de certa forma, muito parecidos. Esquecemos novamente do livre arbítrio e da opção de escolha que temos.

Sentir “atração” por alguém, não é a mesma coisa que ter afinidade ou sintonia, pode ser apenas um estado de carência momentâneo que nos tornará prisioneiros no futuro.

Os bons amigos são aqueles que pensam e agem com respeito, compreendendo as limitações do outro, não fazendo pré-julgamentos desnecessários, não querendo viver obcecadamente a vida do outro. São aqueles que “amam”, mas o amor incondicional de desejar sempre que o outro fique bem. São aqueles que não cobram e nem depositam suas expectativas no outro. São enfim amigos, afinizados e sintonizados espiritualmente, que apenas se reencontram para servirem de apoio um ao outro.

Que possamos fazer diferença em nossas relações pessoais, com muito respeito por aquele que nos estende a mão e não pede nada em troca. Que descubramos os “bons amigos” que existem em nós.

Uma excelente semana!

Equipe CEIL

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