“Desde os primórdios, até hoje em dia, o homem ainda faz o que o macaco fazia.” (Da série a Transitó

Novamente temos a mídia tomada com mais uma barbárie, onde muitos estão mais interessados em condenar e julgar sem entendimento algum. Outros ainda aproveitam o momento para promoverem à custa de um episódio lamentável. Falar sobre um desequilíbrio chamado “estupro” é tão triste quanto real.

Observamos o imenso bombardeio diário que todas as mídias existentes despejam em nossas mentes, muitos de nós ainda em desequilíbrios sensuais, nos tornamos alvos fáceis e categóricos desse arsenal de propagandas, novelas, sites, filmes, entre outros.

Encontramos na vasta literatura Espírita material suficiente para identificarmos em nós esses distúrbios, podemos citar sem delongas o caso do irmão Humberto, no livro Caminheiros do Bem, do irmão Jonas, psicografado por Zé Araújo, as excelentes dissertações de André Naatz no livro Enfrentando a Sexolatria, além destes temos ainda Divaldo Franco abordando o assunto em Sexo e Obsessão e Chico Xavier em Sexo e Destino. Leituras obrigatórias para se entender esse tema com afinco e a profundidade que o mesmo merece.

No caso citado no início desse post, observamos além desse distúrbio, um requinte de crueldade que nos remonta a tempos idos, e a atos animalescos que cometíamos na mais tenra idade terrena. Porém, esses atos perduram até hoje, no desejo humano de saciar suas vontades a qualquer custo. Em muitos casos, e podemos citar os acontecidos relacionados a conflitos atuais, como a Guerra do Iraque e os ataques do Estado Islâmico, a barbárie sexual é utilizada para humilhar e execrar qualquer sinal de dignidade nas pessoas abusadas.

A menina que apesar dos pesares, é uma menina/mulher que merece todo o respeito acerca de sua condição terrena, e sofreu abuso tão terrível e animalesco que apenas mentes sórdidas e perversas poderiam conceber, nos traz a tona mais um episódio de reflexão sobre o que estamos criando em nossa sociedade e em nós mesmos. Observamos muitos comentários de condenação e julgamento, e outros favoráveis e contrários a alguns pontos desse caso. Observamos formadores de opinião se promovendo e fazendo com que milhares os sigam em seus conceitos arcaicos, preconceituosos e machistas.

Entendemos que o Espiritismo nos faculta o direito ao livre arbítrio, a livre expressão de nossas opiniões, mas também nos ensina o amor ao próximo, a compaixão sublime de “Papai do Céu”, o entendimento de nós mesmos e principalmente o não julgar. Sejamos isentos de pensamentos perniciosos, busquemos compreender o porquê estamos ainda aqui e o que se esconde dentro de nosso íntimo que nos faz na maioria das vezes ainda “primatas” repetindo atos ancestrais.

Uma semana de muita paz e oração por este planeta, que tanto precisa de uma “corrente do bem”. Façamos a nossa parte!

Equipe CEIL

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