“E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais”...

... Em uma época onde a velocidade da informação consome nosso tempo de uma forma descontrolada.

Observamos a superficialidade que tratamos os assuntos de nosso dia a dia. Desde o primeiro “bom dia” até aquela leitura dinâmica dos assuntos do dia antes de dormir.

Buscamos muitas vezes a informação rápida, com o objetivo de nos tornarmos interessantes aos olhos dos outros, como uma espécie de imagem a ser admirada pelos outros. Encontramos nos meios digitais, todo tipo de informação, desde as mais fúteis e que não agregam nada, até mesmo as mais complexas e que nos fazem perder tempo em entender muitas vezes.

Nessa miscelânea de fontes de informações, nos sentimos “sábios” ou na verdade pseudossábios, porque no fundo conhecemos pouco de muito. Nessa confusão em que nos encontramos, acabamos muitas vezes perdendo a razão em discussões fúteis e vazias. Criando vínculos superficiais com pessoas, nos valendo de um parco conhecimento sobre qualquer assunto.

Ainda percebemos aqueles mais desiquilibrados que “consomem” qualquer tipo de informação, sem critérios, sem filtros, e consequentemente “despejam” nos demais a sua volta seu entendimento um tanto limitado sobre o que está explanando. Expondo pontos de vistas equivocados e tantas vezes conflituosos em seu círculo íntimo de convivência.

Esquecemo-nos de uma das máximas da Doutrina Espírita: “Amai-vos e Instrui-vos”. Entendemos o amai-vos em primeiro lugar, pois para conhecer, precisamos entender, para entender, primeiro amar a nós mesmos e aqueles que nos são semelhantes. Em segundo plano instrui-vos, com a necessidade de aprender verdadeiramente a verdade divina, buscando não apenas o conhecimento superficial que estou sujeito, mas sim o conhecimento profundo que nos faz refletir e evoluir sempre.

Buscar o verdadeiro conhecimento em forma de entendimento e aprendizado, compreendendo as nuances de cada ponto de vista e nos posicionando de forma madura e sincera diante do que nos é revelado. Amando com a profundidade do amor do Pai Maior, que compreende acima de tudo aquele seu “filho” mais desgarrado. Compete a nós a responsabilidade de aprender, amar e evoluir, com as diversas idas e vindas reencarnatórias, compreendendo que “quanto mais eu sei, eu nada sei”.

Procuremos conhecer com amor nessa semana.

Equipe CEIL

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