Ética e Moral


ISSO É CERTO OU ERRADO?

BOM OU RUIM?

DEVO OU NÃO DEVO?

Provavelmente você já deve ter feito alguma dessas perguntas na hora de tomar uma decisão ou fazer uma escolha.

Essas perguntas permeiam a reflexão sobre dois termos: ética e moral.

A palavra “ética” vem do grego ethos. Em sua etimologia, ethos significa literalmente morada, habitat, refúgio. O lugar onde as pessoas habitam. Mas para os filósofos, a palavra se refere a “caráter”, “índole”, “natureza”.

Ética, seria a nossa reação diante das situações, senso de dever e honra.

Moral, deriva do latim, significa costume, fruto ou resultado cultural de um padrão, normas de meio para regular o comportamento do individuo no meio que vive.

Na época medieval, por exemplo, a moral era muito atrelada a crenças religiosas. A sociedade buscava na religião um meio para orientar o homem a agir de acordo com valores éticos.

Após a Idade Moderna, o Estado passou a estimular regras e valores éticos, por meio de leis e o reconhecimento dos deveres de um sujeito em responder pelas conseqüências de seus atos.

Uma pessoa moral age de acordo com os costumes e valores de uma determinada sociedade.

Uma pessoa moral ou imoral não é necessariamente aquela que segue as leis ou regras jurídicas.

Comportamentos como furar fila no banco, jogar lixo no chão, colar na prova, falar mal de um colega na frente do outro ou não dar o lugar/preferência para os mais velhos nos lugares, não são considerados ilegais, mas podem ser atos imorais.

Sempre na história precisamos de um modelo de ética e moral, para seguir, fosse a igreja dizendo que era pecado ou não, ou o estado, através de lei proibitivas e condenatórias.

A reflexão ética pode inclusive contestar as regras morais vigentes, entendendo-as, por exemplo, como ultrapassadas ou simplesmente erradas do ponto de vista pessoal.

Basicamente, quando se trata de moral, o que é certo e errado depende do lugar onde se está.

Porém toda a mudança/evolução é gradual, se a ética e a moral, corresponde ao resultado do comportamento dos indivíduos, resultado da nossa evolução, através da educação e do meio em que vivemos.

Temos participação na evolução do mundo, assim como participamos do caos, seja pela ação ou omissão.

Isso pode ser reforçado com esta citação de Martin Luther King, de valor inquestionável: “O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”.

Se já encarnamos pelo menos umas 800 vezes, temos que conseguir recuperar todo o mal que já fizemos, devemos ter consciência da responsabilidade, se muitas vezes não fazemos o bem pelo bem, devemos ter consciência que devemos reparar os débitos, temos muito mais a reparar do que a cobrar, ou apontar para os outros.

Sabemos que temos débitos à reparar, e que podemos recuperar o crédito que temos, que nos é dado à cada encarnação.

Ontem errávamos muito mais, hoje estamos 0,00001% melhores e olhe lá, mas nos achamos no direito de apontar, julgar e condenar quem comete os mesmos erros nossos, erros que até ontem cometíamos, mas porque nos achamos muito “evoluídos”, porque achamos que estamos muito melhores... Julgando ao invés de ajudar.

Você faz todo o bem que pode fazer?

Somos seres coletivos, e precisamos uns dos outros, sabemos das nossas múltiplas existências, carregamos valores e experiências inúmeras, e devemos buscar a melhor convivência nesse mundo... nos perguntando intimamente:

O QUE FAZES AOS OUTROS É O QUE GOSTARIAS QUE FIZESSEM A VOCÊ?

Façamos o bem, façamos com amor, precisamos corrigir os erros dentro de nós mesmos, e auxiliar as outras pessoas na caminhada, sem julgar, sem condenar.

Não temos o direito de julgar os outros por erros que ontem cometíamos.

Se não pode ajudar o outro, não o condene, reflita o que mais você tem para se corrigir, siga a sua construção de crescimento interno.

O que temos de bom em nós, serve de semente, para plantarmos e colhermos no mundo, e que o nosso próximo tem de melhor nele sirva para nos melhorarmos, e sigamos plantando e colhendo os melhores frutos, sempre...

A evolução do mundo depende de cada um de nós, e de cada ação e reação nossa... sejamos o farol do mundo e de nós mesmos;

A ética que está em nós pode ser melhorada, quando conhecemos a nós mesmos, e podemos com o nosso exemplo auxiliar outras pessoas;

Sejamos o nosso próprio farol de luz, a iluminar o nosso caminho, e auxiliando outros a acenderem também, para assim sermos juntos uma grande luz no mundo, a corrente do bem, a corrente de luz...

Muita paz e na busca do melhoramento constante.

Equipe CEIL Recanto do Saber.

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