Nunca estamos sós...


Quem na vida nunca enfrentou dificuldades?

Talvez as pessoas muito jovens, que ainda não possuem muita experiência de vida e que estão inseridas em uma boa estrutura familiar e escolar, possam dizer que nunca enfrentaram uma situação difícil.

Porém, com o passar do tempo, à medida que a vida avança, é comum as situações adversas irem aparecendo...

E são inúmeras as dificuldades que surgem: a perda de um ente querido, a separação da família, a perda de um emprego que garante o sustento, os insucessos econômicos, as dificuldades no estudo...

Para cada um de nós, situações diferentes representam diferentes graus de adversidade, mas todos lembramos facilmente das que mais nos impactaram.

E frequentemente despreparados para enfrentar tais situações, nos deixamos levar por sentimentos de tristeza, de desespero e de impotência perante os fatos.

Passamos a expor nossa situação a familiares, amigos e, não raramente, pessoas não muito próximas, que se disponham a nos escutar.

Falando constantemente sobre os fatos que nos preocupam, permanecemos imersos nos sentimentos negativos, mantendo nossa mente agitada, entristecida e, até mesmo, revoltada.

Não faltam, nessas situações, opiniões diversas, de pessoas bem intencionadas, porém que nos deixam confusos podendo dificultar nossa percepção para encontrar uma solução.

Poucas são as pessoas que se recolhem e buscam em si mesmas a real causa de tal insucesso, tentando, a partir dessa reflexão, modificar seu comportamento, ou encontrar uma solução eficaz.

Muitos dizem se sentir sozinhos frente às dificuldades e, por este motivo, esperam opiniões e conselhos de todos aqueles que se dispuserem a dar.

Porém é falsa a ideia da solidão que alguns dizem sentir ...

Aqueles que dela se queixam se esquecem de que temos, ao nosso lado, sempre pronto a nos ajudar, alguém que só quer o nosso bem.

Quando crianças, muitos de nós fomos ensinados a pedir proteção a esse alguém, dirigindo-lhe uma prece, antes de dormir, mas ao crescermos, a maioria esquece de tal atitude.

Nosso Espírito protetor ou anjo da guarda está sempre presente, desde nosso nascimento até quando, ao final da vida física, voltamos à pátria espiritual, podendo ainda nos acompanhar em futuras existências.

Silenciosamente, espera uma oportunidade de ser ouvido. Ele nos fala à mente e o podemos ouvir na forma de intuição ou de boas ideias.

Mas para que essas intuições ou ideias cheguem ao nosso consciente é necessário que tenhamos a mente pronta para recebê-las.

Obviamente, em meio à agitação e aos sentimentos negativos não teremos paz de espírito para tal.

Nos tornaremos receptivos por meio do recolhimento, do silêncio, da oração, da meditação, ou dos sonhos durante um sono calmo.

São muitos os relatos dos que, depois de orar com real recolhimento e, portanto, sintonizando com o mundo espiritual que nos guia, encontraram uma solução, ou, pelo menos, consolo e paz diante de uma dificuldade.

Lembremo-nos sempre desse auxílio que Deus deixa à nossa disposição, e que não nos falta nunca.

Tenhamos a certeza de que, se um dia nos sentimos sem recurso, isto não é verdade, pois nunca estamos realmente sós!

Com votos de fé e silêncio interior!

Equipe CEIL Recanto do Saber.

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