Vigilância na INTOLERÂNCIA

Em que momento deixamos de ser tolerantes? Em que ponto deixamos as emoções evidenciarem a nossa contrariedade a um determinado ponto de vista? Por que julgamos ter esse direito? Por que achamos que a nossa verdade é a melhor delas? Quantas vezes nesta encarnação paramos para refletir estes questionamentos? Quantas vezes tentamos redirecionar nossas ações em relação ao outro? Estamos dispostos a nos esforçar em busca do melhoramento? É necessário manter o discernimento diante de tantos questionamentos. O desespero nos afasta do caminho, permite que alimentemos pensamentos desencorajadores, nos faz arrumar justificativas para não sermos tolerantes, compreensivos e amistosos. No momento a ques

"Jamais, em todo o mundo, o ódio acabou com o ódio: O que acaba com o ódio é o amor" (Buda

Às vezes nos perguntamos como pode existir tanta maldade, tanto ódio no coração de algumas pessoas ainda. Ao fazerem o mal elas se sentem fortes e poderosos, erguem o troféu do orgulho achando que todos são errados menos elas. Pessoas rancorosas não vêem defeitos e nem erros nelas mesmas, condenam e julgam as outras pessoas com tal facilidade, que parecem serem superiores a tudo. O ódio, o rancor e o orgulho plantado no coração de alguém, é a sua própria destruição. O ódio destrói aqueles que se alimentam dele. No livro O consolador na questão 339, sobre a natureza do ódio: "Em se falando de perdão, poderemos ser esclarecidos quanto à natureza do ódio? - O ódio pode traduzir-se nas chamadas

Falsa honra

“O Cristo não disse a Pedro, no Jardim das Oliveiras: 'Tornai a pôr vossa espada na bainha, porque aquele que matar pela espada perecerá pela espada?'" (O Duelo, Evangelho Segundo Espiritismo). Na passagem de O Evangelho Segundo Espiritismo, fala-se dos duelos em tempos antigos, duelos de morte, lavar a honra com sangue, épocas de barbáries, em que andar armado era como parte da roupa, não saía-se de casa sem uma espada, ou arma, qualquer coisa era motivo para um duelo, no meio da rua mesmo... e em nossa grata evolução isso já não se faz necessário... Mas a reflexão que devemos fazer, pensando na evolução do ser humano, em um mundo sem armas e duelos sanguinários, pode ser relacionada ao dia

Respeitando as diferenças

Todos nós sabemos de que desde que o mundo existe, existe com ele diversas diferenças, sendo físicas, emocionais ou espirituais. Seria então, coerente, fazermos julgamentos e comparações pejorativas sobre as opiniões, atributos, escolhas, crenças e atitudes dos outros, uma vez que Deus nos criou com características únicas, para contribuirmos com a evolução da humanidade? As escolhas e o senso de julgamento existem para conseguirmos distinguir o bom do ruim, o justo do injusto, o certo do errado. Servem para auxiliar as nossas escolhas, para que possamos assim continuar nossa busca por um sentimento e/ou vida melhor. Como muitos aspiram, de acordo, talvez, de padrões já impostos pela sociedad

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