As águas da vida...

Quantas pessoas ainda se escondem no calabouço de suas mentes. Se encostam em um cantinho escuro do passado, vivendo só de Lembranças, esquecendo que fora desse calabouço há um mundo maravilhoso, que muitos insistem em não querer ver. E sem nada fazer para mudar isso, lamentam o tempo perdido. Se trancam em suas mentes como se para elas esse fosse um esconderijo seguro, mas esquecendo-se que as trancas dessa porta estão por dentro. Muitas pessoas até podem tentar abri-la por você. Podem até bater nessa porta e te chamar, mas só você pode destrancá-la; só você pode retirar as trancas dessa porta, abri-la e sair para um mundo de alegrias, de conhecimentos. A vida é como a água do mar. Muitas

“Gentileza gera gentileza, mais amor por favor...”

Fala-se da gentileza, vestimos camisetas, colam cartazes, escrevem nas paredes e tudo o mais... Vamos refletir da seguinte forma: você está no trânsito como motorista, pedestre, ciclista... e, por vezes, aparece alguém à sua frente, lhe “cortando” a frente, “atrasando” seu caminho... E se, dentre estas pessoas, carros ou bicicletas, estiverem pessoas que você gosta, que você tem estima... um amigo, um familiar. Você como motorista, daria a vez? Você pedestre ou ciclista, deixaria passar? Sorriria? E se olhássemos para todos à nossa volta no dia a dia, no trânsito, nas filas, como se ali estivesse um amigo, um familiar, com o mesmo carinho que olhamos para eles? Vamos sair de casa todos os di

Perdoar para seguir em frente

“Perdoar não é esquecer: isso é amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer: Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sofrimento”. (autor desconhecido) Muitos de nós já nos sentimos magoados ou ressentidos com alguém em determinado momento ou situação de nossas vidas. Possivelmente o sentimento vivenciado foi de dor e/ou humilhação, estabelecendo uma mágoa profunda e uma prisão emocional que dilacera os neurônios e válvulas cardiovasculares. É aceitável que logo após um sentimento doloroso, possa surgir uma raiva contida e um desejo de prazer advindo por meio de vingança ou desvalorização com o que ou quem causou o ferimento (mágoa). Cientistas apontam que tanto o perdão como

Construtores do próprio futuro.

“Um velho carpinteiro estava para se aposentar, então ele comunicou ao seu chefe o seu plano de deixar o serviço de carpintaria e construção de casas para viver uma vida mais calma e mais dedicada à sua família. Evidente que sentiria falta da sua rotina e principalmente do seu rendimento mensal, porém ele necessitava parar um pouco. O dono da empresa sentiu ao saber que perderia um dos seus melhores funcionários e pediu a ele que construísse uma última casa, como favor especial. O carpinteiro consentiu, mas com o tempo foi fácil observar que seus pensamentos e seu coração não estavam mais no trabalho. Ele não se empenhou no serviço, utilizou material de baixa qualidade e mão de obra inferior

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