O que realmente importa?

Algo que chama muito a atenção é a inversão sobre o que damos valor enquanto estamos aqui.

Está certo que é mais difícil compreendermos o que nos acontece e várias outras coisas, quando estamos envolvidos com essa roupagem terrena, ainda densa e que nos limita a enxergar o que existe verdadeiramente e todo o significado por trás de tudo.

Perdemos tempo com pequenas chateações, deixando de dar atenção ao que/quem realmente deveria nos importar;

Demoramos a perdoar uma mágoa, porque não vemos o quão importante esse minuto a mais poderia ter nos aliviado o coração e também o do outro;

Nos preocupamos com o que os outros irão pensar de determinadas escolhas que venhamos a fazer, sendo que lá na frente esses outros nem mesmo poderão estar conosco;

Achamos que podemos “assumir” determinadas atitudes errôneas conscientemente, porque sabemos que poderemos ter outras oportunidades reencarnatórias de “quitar” esse débito.

Essas entre outras situações ainda flagram o quão pequenos e imperfeitos ainda somos, o quanto precisamos nos vigiar e nos esforçar para alcançarmos os objetivos a que nos propomos quando aceitamos esse “desafio” chamado VIDA TERRENA.

Mesmo quem conhece e estuda a Doutrina Espírita, às vezes esquece que estamos no mesmo planeta: um planeta de provas e expiações, onde sabemos que não alcançaremos a felicidade plena. No dia a dia somos colocados à prova em diversos momentos e é onde podemos ver até onde vai a nossa fé. E, apesar de ouvirmos e pregarmos que precisamos agir de forma caridosa, empática e generosa, esquecemos todos nós, estamos nesse planeta, para evoluir. E queremos que as outras pessoas saibam as mesmas coisas e que nos compreendam.

Esperamos dos outros a iniciativa de pedir perdão, mergulhados no orgulho de que “não tivemos culpa”; Esperamos dos outros que façam o seu melhor, porque “eu também dei o meu melhor”;

Esperamos que os outros compreendam o nosso ponto de vista...

Colocamos expectativas em pessoas, em acontecimentos, em empresas.

Mas por que sempre esperamos isso dos outros?

O que estamos fazendo para melhorar à nós mesmos e para contribuir com os outros?

Façamos mais de nós.

Vamos nos doar, tomar a iniciativa de perdoar, de aceitar os diferentes pontos de vista e de não julgar precocemente.

Se preocupe com o quanto você pode ser melhor para você e para os outros, sem se preocupar se os outros estão sendo melhores;

Faça o seu melhor em tudo o que realizar;

Seja grato pela vida e pelo que lhe acontece.

Ao final, você vai estar de bem com você mesmo e com menos frustrações.

Com votos de alegria, gratidão e autoamor.

Equipe CEIL.

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