Maturidade interior


“A felicidade só é possível quando nos dispusermos ao preparo dela. Toda colheita é fruto de um antes que nos custa muito. Quanto mais descobrimos o valor do antes, maior é a nossa capacidade de valorizar o momento presente.

Quanto tempo levamos para construirmos nossas coisas (materiais ou não)?

Não que em nenhum momento a gente trabalhe para materialmente, nos termos conforto.

Eu estou falando de outras conquistas.

Aquele resultado que você identifica em você, que foi fruto de muito caminhar. A maturidade material, emocional, espiritual e psíquica.

Quanto precisamos caminhar para sermos capazes de desfrutar dos benefícios da maturidade?

Nada pode ser mais vicioso a nós, nada pode representar um prejuízo maior do que a gente não desfrutar da maturidade. É justamente o conforto existencial.

E o que é o Conforto Existencial?

É quando você percebe que apesar de enfrentar conflitos, você desfruta de um equilíbrio interior. Então enfrenta o conflito com maturidade.

Os imaturos sofrem muito mais. A imaturidade é um preço alto que se paga.

Porque é a partir dela que somos egoístas e, sendo egoístas, dificultamos a nossa realização, por não sabermos compartilhar quem somos e o que temos. O imaturo sofre, por não compreender o movimento do tempo, as mudanças que a vida traz de cada fase da vida.

É tão significativo mudar...

A cada estação da vida você percebe o movimento do tempo.

A cada estação da vida há uma beleza e também há um desconforto.

Mas a maturidade nos ensina a perceber o todo que temos nas mãos.

O imaturo não... O imaturo só quer a parte boa da história, não quer o desconforto inerente a mudança. Sendo assim, acaba se privando do todo.

Nós sofremos muito quando nos impomos restrições.

Sofremos muito quando temos um comportamento vicioso, seja ele qual for.

E só é possível a cura e o melhoramento, quando temos maturidade e compreensão de que ele nos fez mal.

O imaturo vive o vício de maneira inconsequente e acaba machucando as pessoas que vivem ao lado.

A imaturidade nos priva de amar!

Esquecemos de viver a pureza do amor, ou vamos recorrer aos amores interesseiros, que são muito mais desdobramentos das nossas necessidades do que dos nossos valores.

Sim, nós podemos amar por necessidade.

Quando somos motivados pelas nossas carências.

Há pessoas que se doam, porque querem um relacionamento o tempo todo. E a partir de uma linguagem que nem é tão clara, ficam pedindo esse reconhecimento, quando na verdade, o movimento do amor deveria ser: Passo pela sua vida, faço o bem e não volto para trazer a “fatura”;

Quando existe um vínculo de proximidade do dia a dia, marido e mulher, filhos, irmãos, amigos... essa reciprocidade é uma resposta.

Mas nunca nascida de uma cobrança... é gratuidade!

As restrições nos educam. É muito interessante, quando somos maduros suficiente para buscar livremente restrições que nos educam.

Não fazemos as coisas porque Deus está observando com um caderninho e vendo o que estamos fazendo. Quando temos restrições dentro de nós pela maturidade, você diz a você mesmo:

- Hoje eu sou capaz de não falar mal;

- Hoje eu sou capaz de ser sincero comigo e com os outros;

- Hoje sou capaz de não beber esse álcool;

- Hoje não vou fumar.

Um comportamento vicioso só é possível de perceber, quando temos maturidade para compreender que ele nos faz mal. Por causa da imaturidade nos ferimos com nossos exageros em excesso, com nossa indecisão.

Porque quando sou imaturo, as minhas carências prevalecem.

Porque se eu não a coloquei na doma, ela vai me domar. Ou eu domino minhas carências ou elas me dominam.

Então mostramos a nossa imaturidade muitas vezes pelos nossos excessos. Tudo tem que ser de acordo com a minha vontade, tudo como eu quero; não posso ser contrariado.

Eu posso me tornar uma pessoa ácida. Lidamos com pessoas ácidas, situações ácidas, mas nós podemos alcalinizá-las. São situações, são pessoas, ou então coloco um filtro para que isso não venha morar dentro de mim.

O imaturo observa todas as ideias e opiniões.

O maturo ouve e é capaz de observar o que importa.

Temos que ver o que queremos para nós.

Vamos colocar um filtro, sempre, para tudo: pessoas, situações, pensamentos...

O mundo está ao nosso redor, temos mil coisas para ver. A televisão está lá, com 300 canais.

O que eu quero ver?

O que eu vou permitir que entre dentro de mim, que venha fazer parte dos meus pensamentos?

Isso me alcaliniza? Ou calcifica?

São ESCOLHAS...

Maturidade.

Você pode ler, estudar etc...

Se não tiver maturidade, nada vale.”

Com votos de uma semana de reflexão e amadurecimento interior.

Equipe CEIL Recanto do Saber.

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