Qual o valor da felicidade?


É humana a busca pela felicidade.

Desde que o mundo é mundo, filósofos discorrem a busca incessante pela felicidade, quase como o pote de ouro no arco-íris...

E muito tempo se perde, na busca pelo pote de ouro, muito mais do que a felicidade em si. Nos esquecemos que a felicidade é uma chama interna que brilha ou ofusca, e não é algo externo a ser encontrado...

Filósofos gregos já afirmavam que a chave da felicidade é a sabedoria.

Sócrates, no momento derradeiro da sua existência, afirmou: “O homem não são suas vestes, seu invólucro, mas seu Espírito”.

E assim para Sócrates o "conhece-te a ti mesmo" é a chave para a conquista da felicidade. Para Platão a noção de felicidade é relativa à situação do homem no mundo, e aos deveres que aqui lhe cabem. Para Aristóteles a felicidade é mais acessível ao sábio que mais facilmente basta a si mesmo, mas é aquilo que, na realidade, devem tender todos os homens da cidade.

Posteriormente o ideal filosófico na Grécia sofreu uma transformação, passando a representar outro conceito de felicidade. Fomentou-se a máxima: possuir para usufruir, e ter para sobreviver.

E assim vemos até hoje uma sociedade com pessoas tristes que, mesmo inconscientemente, seguem freneticamente essa “ordem” expressada a longevos anos na Grécia, a busca incessante pelo dinheiro, nos tornando escravos do que temos, ou do que queremos ter, considerando dinheiro sinônimo de felicidade.

Fato é que as atribulações do dia a dia nos atingem, e como uma nuvem pesada de chuva, ficamos envolvidos absurdamente, como tempestades, com ventos e escuridão.

Porém como disse Chico Xavier: “ isso também passa...”, ou seja as nuvens de chuva de problemas e atribulações vão passar.

Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec, diz que a felicidade não é deste mundo.

Então devemos pensar que estamos aqui para sofrer?

Não, quer dizer que mesmo a maior alegria que você possa ter em sua vivência terrena, é uma fração de tudo o que você terá futuramente e em outras vivências.

A busca desenfreada por bens e dinheiro é quase uma obrigação na atualidade, ter, possuir, adquirir...

Mas quantas mansões tristes existem por aí?

Quantas viagens de carros importados, de primeira classe de aviões, ou jantares caríssimos, que são vazios de amor?

Quantas lojas de marcas importadas, que não vendem afeto e carinho?

Quantos brinquedos caros, ou eletrônicos que não dão nenhuma atenção e afeto?

Quando colocamos a condição para sermos felizes em algo que o dinheiro compra, estamos colocando preço na nossa felicidade, quando a verdadeira felicidade não tem valor, não tem preço"

FELICIDADE não tem a ver com ter, possuir ou adquirir, é compartilhar, é distribuir: amor, atenção, carinho, alegrias, boas risadas...

Pessoas felizes distribuem felicidade e, como flores deixadas no caminho, as pessoas que caminham com você também se beneficiam, e nada melhor que uma jornada florida de felicidade. Hoje você pode ser o sorriso de alguém, e amanhã alguém sorrirá para você.

Pare agora por um momento, respire fundo, feche os olhos e agradeça a vida... SORRIA! :)

Vamos criar hábitos bons, e sair das telas (celulares, televisões, computadores) e estar presentes de corpo e alma com a família, com amigos, ser agradecido por tudo e por todos, ir passear com seu (s) filho (s), agradecer ao seu/sua companheiro (a), seus pais, vibrar amor para todas as pessoas e em tudo o que fazemos...

Na maioria das vezes, nas coisas mais simples, de graça e você nem vai perceber que estará no seu momento de felicidade...

Votos de uma jornada mais florida com paz e felicidade!

Equipe CEIL Recanto do Saber.

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