PANDEMIA VIRAL, ESPIRITUAL E MENTAL.

A humanidade mergulhada no caos, a população angustiada, tentando compreender, buscar um culpado, uma súplica espiritual. Ou ainda resolver, explicar a intensidade das informações, a contaminação mental ou o tédio.

Quem de nós poderia mensurar o momento atual?

Quem de nós aproveitou a companhia das pessoas queridas (familiares e amigos) antes de ficar isolado em seus lares? Quando foi a última vez que você os abraçou? Faz tempo?

Por que quando tínhamos “tempo” e oportunidades, não abraçávamos mais, não brincávamos com nossos filhos, não passeávamos mais, curtíamos mais o tempo ao ar livre ou a liberdade que tínhamos?

O imediatismo, o automatismo, o egoísmo e o consumismo engoliram a humanidade aos poucos, sem ao menos notarmos. (Sem ao menos perceber que eles são muito mais letais que qualquer vírus que habita a orla terrestre).

Deixamos o que realmente era importante para nossa sobrevivência, para depois, para amanhã.

Quem de nós se utilizava de desculpas, justificativas e procrastinava seus próprios prazeres, vontades e individualidades?

Sim! Para cada um, tudo isso ocorre de forma particular, em um condicionamento único e natural. Mas o que importa realmente: A maioria de nós realizava tal atitude.

Ou ainda, pensamos que não irá acontecer conosco, não nos importamos ou oramos com e pelo outro.

Todos nós visualizamos o sofrimento e angústia das pessoas que padeceram antes de nós, e o que fazíamos enquanto eles enfrentavam tudo isso? Na maioria das vezes ignoramos e continuamos na nossa rotina diária, utilizando o tempo disponível de forma irresponsável. Negando a nós mesmos.

Hoje, temos tempo e não o queremos, não sabemos como lidar com ele, não sabemos o que fazer com o tempo que temos para aproveitar nossos lares, limpar o que gostaríamos, brincar com nossos filhos, ler os livros acumulados, colocar em ordem o termo: “preciso arrumar um tempo para isso...”.

Neste momento, muitos se utilizam do tempo “livre” para contaminar a mente e pensamentos com notícias infindáveis, que aumentam o pânico, horror e temor. Fazendo-nos acreditar de forma intensa ou desacreditar pela mesma intensidade com que cada informação se propaga.

Cada um que escuta, espalha conforme se identifica e compreende. Atitudes essas que fazem o tempo ser desperdiçado (na maioria da vezes), vindo a poluir nossa mente e contaminar nossas crenças individuais.

É imprescindível nesse momento silenciar, acalmar, apaziguar, refletir:

O QUE ESTAMOS FAZENDO DA NOSSA EXISTÊNCIA E DO TEMPO QUE DISPUSEMOS NELA?

De nada adiantará tudo isso se não aproveitarmos esse momento para iniciar uma reflexão, uma reforma. Não só reforma íntima. Mas reformar nossos valores, reformular o motivo com que gastávamos nosso tempo, nossa energia e nossos sentimentos.

Sim! Cada um sente de uma forma única e individual.

Nesse período de isolamento, de uma possível reformulação da humanidade e reforma espiritual, há as pessoas que buscam sentir de forma a entender, observar, averiguar o que está ocorrendo, pesquisar mais informações e dados. Outras que em sua individualidade irão sentir pelos outros, visualizando o sofrimento (e demais angústias e sentimentos) que o outro vem enfrentando, tentando ainda apaziguar, aconselhar, ouvir e amenizar sofrimentos psíquicos. E há os que são movidos pela atividade de buscar resolver, ansiar pela finalização das informações e do período de isolamento, antecipando períodos e deixando-se levar pela intolerância e impaciência em ter que ficar somente no aconchego do lar.

Será que realmente importa a devastação que o vírus atual vem causando, se não dermos a importância que todo o restante precisa?

Ao invés disso queremos explicações e resoluções. Queremos saber como ficará a economia e ansiando para que o período de risco e quarentena termine logo.

Que nesse período, possamos refletir referente o que gostamos, o que queremos, o que estamos valorizando e principalmente: que possamos valorizar nosso tempo e nossos sentimentos.

É humano sentir medo, é humano sentir angústias, é humano ter preocupações, é humano porque estamos vivenciando experiências reencarnatórias em corpos da espécie humana e todos os sentimentos fazem parte da nossa existência e período evolutivo.

Vamos buscar nesse momento, esvaziar nossa mente angustiada, evitar de nos afundarmos em pensamentos destrutivos que acabam aterrorizando, diminuindo nossa energia e disseminando intolerância, incompreensões, ociosidade e acumulando lixos mentais, que nos impedem de valorizar nosso tempo familiar e pessoal e nos impedem de sentir (de acordo com a individualidade de cada um).

Que a fé, o amor, a certeza de que estamos sendo auxiliados, amparados e protegidos pelos trabalhadores espirituais que regem nosso planeta, possam ser mais fortes que as notícias que chegam de todos os cantos e formas.

Que possamos amenizar nossos pensamentos, nos livrando dos lixos (e vírus mentais), para que consigamos ouvir as intuições que nos auxiliarão e nos darão forças nesse momento tão importante e difícil.

Não são, o vírus ou o isolamento, os vilões, mas como você se utiliza das oportunidades da vida e do tempo que tem a seu favor.

De imediato: vamos permanecer nos nossos lares físicos, mentais e espirituais sem aumentar as perturbações, mas com fé de auxílio e renovações, porque o tempo passa... tudo passa. E TUDO acontece para o bem maior. Não como queremos, mas sim, como precisamos: como cada um de nós precisa.

“Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo. Mas qualquer um pode recomeçar agora e fazer um novo fim”. Chico Xavier

Equipe CEIL Recanto do Saber

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